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O Array Aggregator: Aprenda como usar esta ferramenta em um cenário

Tutorial geral Tempo de leitura: 5-8 min

O tutorial da Make de 13 de março de 2020 usava arquivos do Google Drive para explicar o Array Aggregator: reunir vários bundles em um array antes de enviar anexos pelo Gmail.

A distinção é importante. Um bundle representa uma unidade de dados que percorre o cenário; um array reúne itens dentro dessa estrutura. O agregador não transforma nomes de arquivo em conteúdo binário nem reúne automaticamente todas as execuções do cenário.

O desenho apresentado

O artigo mostrava a sequência:

  1. Google Drive para observar arquivos da pasta.
  2. Array Aggregator para montar a coleção de anexos.
  3. Gmail para enviar o e-mail.

A interface do Google Drive no material de 2020 fornecia os arquivos usados no exemplo. Em uma adaptação, inspecione a saída do módulo: se houver apenas metadados, será necessário obter o conteúdo antes da agregação. Consulte as documentações de Google Drive e agregadores, sem assumir que o módulo atual tem os mesmos campos.

Configurar a origem da agregação

Escolha uma pasta de teste e um ponto de início para os arquivos. No agregador, Source module define de onde começa o trecho agregado.

No exemplo original, essa origem era o módulo Google Drive anterior. Se acrescentar uma etapa de download, confira quais bundles e campos estão dentro do trecho que você precisa agrupar.

Definir a estrutura de destino

O guia chamava atenção para a ordem de montagem: sem o módulo Gmail depois do agregador, a opção específica de anexos não aparecia no menu de estrutura.

Depois de adicionar a ação de envio, o autor voltava ao agregador e escolhia a estrutura Attachments. Os campos do arquivo eram então mapeados para a coleção exigida pelo destinatário.

Complemento editorial: confira nome e conteúdo de cada anexo. Um link para o Drive não equivale ao arquivo que o Gmail deve receber.

Mapear o array no Gmail

No módulo Gmail > Send an email, configure destinatário, assunto e corpo. Ative o mapeamento do campo Attachments e use o array produzido pelo agregador, em vez de mapear um arquivo isolado.

Esse é o ponto que evita repetir o envio para cada bundle do lote agregado.

Testar o lote

Use arquivos pequenos e sem dados sensíveis. Execute o cenário manualmente e abra as saídas dos módulos:

  • a origem deve fornecer os arquivos esperados;
  • o agregador deve reunir os itens no array;
  • o Gmail deve receber a coleção de anexos;
  • a mensagem recebida deve conter os arquivos corretos e legíveis.

Teste também uma execução sem novos arquivos e defina se ela deve parar sem enviar mensagem. O tamanho do lote e as condições de envio precisam ser escolhidos conforme os serviços usados, não copiados como limites atuais a partir do tutorial.

Esta página explica a estrutura do exemplo; não relata um envio autenticado realizado pelo MakeAutomation.

Preparação

Antes de montar o fluxo, confirme se o Make é adequado para o seu caso

Se o processo se repete, envolve vários aplicativos e precisa de manutenção visual, você pode começar com uma versão de baixo risco no Make.

  • Defina primeiro a entrada, a saída e o gatilho
  • Consulte preços, limites e restrições de módulos na página oficial
  • Mantenha os alertas de erro e a revisão manual
  • Não automatize primeiro ações de alto risco
★★★★★
Primeiro avalie o caso e depois teste em pequena escala
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