O tutorial da Make de 13 de março de 2020 usava arquivos do Google Drive para explicar o Array Aggregator: reunir vários bundles em um array antes de enviar anexos pelo Gmail.
A distinção é importante. Um bundle representa uma unidade de dados que percorre o cenário; um array reúne itens dentro dessa estrutura. O agregador não transforma nomes de arquivo em conteúdo binário nem reúne automaticamente todas as execuções do cenário.
O desenho apresentado
O artigo mostrava a sequência:
- Google Drive para observar arquivos da pasta.
- Array Aggregator para montar a coleção de anexos.
- Gmail para enviar o e-mail.
A interface do Google Drive no material de 2020 fornecia os arquivos usados no exemplo. Em uma adaptação, inspecione a saída do módulo: se houver apenas metadados, será necessário obter o conteúdo antes da agregação. Consulte as documentações de Google Drive e agregadores, sem assumir que o módulo atual tem os mesmos campos.
Configurar a origem da agregação
Escolha uma pasta de teste e um ponto de início para os arquivos. No agregador, Source module define de onde começa o trecho agregado.
No exemplo original, essa origem era o módulo Google Drive anterior. Se acrescentar uma etapa de download, confira quais bundles e campos estão dentro do trecho que você precisa agrupar.
Definir a estrutura de destino
O guia chamava atenção para a ordem de montagem: sem o módulo Gmail depois do agregador, a opção específica de anexos não aparecia no menu de estrutura.
Depois de adicionar a ação de envio, o autor voltava ao agregador e escolhia a estrutura Attachments. Os campos do arquivo eram então mapeados para a coleção exigida pelo destinatário.
Complemento editorial: confira nome e conteúdo de cada anexo. Um link para o Drive não equivale ao arquivo que o Gmail deve receber.
Mapear o array no Gmail
No módulo Gmail > Send an email, configure destinatário, assunto e corpo. Ative o mapeamento do campo Attachments e use o array produzido pelo agregador, em vez de mapear um arquivo isolado.
Esse é o ponto que evita repetir o envio para cada bundle do lote agregado.
Testar o lote
Use arquivos pequenos e sem dados sensíveis. Execute o cenário manualmente e abra as saídas dos módulos:
- a origem deve fornecer os arquivos esperados;
- o agregador deve reunir os itens no array;
- o Gmail deve receber a coleção de anexos;
- a mensagem recebida deve conter os arquivos corretos e legíveis.
Teste também uma execução sem novos arquivos e defina se ela deve parar sem enviar mensagem. O tamanho do lote e as condições de envio precisam ser escolhidos conforme os serviços usados, não copiados como limites atuais a partir do tutorial.
Esta página explica a estrutura do exemplo; não relata um envio autenticado realizado pelo MakeAutomation.