O guia da Make de 25 de agosto de 2023 apresentou dois caminhos para arquivos antigos: excluir diretamente ou mover para a lixeira e avisar a equipe. Esta adaptação explica a montagem histórica e acrescenta cuidados editoriais para evitar uma exclusão ampla por engano.
Não use arquivos reais no primeiro teste. Trate a ação de exclusão como destrutiva; não dependa de uma possibilidade de recuperação. Consulte a documentação do Google Drive no Make antes de escolher a ação.
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Primeiro, encontrar os arquivos certos
O módulo Search for Files/Folders do exemplo escolhia o Drive, a pasta e o tipo de item a buscar. Em Search, o autor usava uma consulta personalizada baseada na data de modificação:
modifiedTime <= '{{addMonths(now; -6)}}'
O período acima era um critério editorial do exemplo, não uma regra de retenção. Defina seu próprio critério com o responsável pelos dados.
O campo que adicionava a pasta à consulta por parents era decisivo. No guia, habilitá-lo restringia a pesquisa aos filhos diretos da pasta; não demonstrava busca recursiva em todas as subpastas. Deixá-lo desabilitado podia ampliar o alcance além da pasta escolhida.
Complemento editorial: use uma pasta descartável e selecione apenas arquivos no primeiro ensaio. Rode somente a busca e confira nomes, IDs, local e data antes de conectar qualquer ação destrutiva.
Método 1: exclusão direta
Na montagem original, Google Drive > Delete a File/Folder recebia o File ID retornado pela busca.
Não digite um nome de arquivo como se fosse o ID. Também não confie em um nome como seleção única: nomes podem se repetir.
Para testar, crie um arquivo descartável, identifique seu ID e restrinja a execução a ele. Confira a lista da busca e o item exato a atingir. Não remova a restrição nem execute sobre o Drive inteiro só porque esse teste terminou sem erro.
O artigo sugeria excluir todos os itens encontrados depois do teste. Aqui, a recomendação editorial é revisar o conjunto completo e obter aprovação antes de ampliar o escopo.
Método 2: lixeira e notificação
O segundo desenho mantinha a busca, mas trocava a exclusão por Move a File/Folder to Trash. O identificador vinha da mesma origem.
Entre busca e ação, o guia adicionava um filtro que exigia a existência de File ID. Depois, um Text aggregator reunia os nomes dos arquivos processados:
- origem da agregação: o módulo de busca;
- separador: nova linha;
- texto: nome do item processado;
- interrupção após agregação vazia: habilitada.
A saída de texto era mapeada para Slack > Create a Message, no canal de acompanhamento escolhido. A mensagem deveria permitir identificar o que foi movido, não anunciar sucesso sobre arquivos que não foram processados.
O que conferir antes do agendamento
Verifique um caso sem resultados, outro com arquivo elegível e outro com arquivo fora do critério. Confira a ação no Drive e a notificação, inclusive quando ocorrer uma falha intermediária.
Mover para a lixeira não é uma política de backup. O prazo e as condições de recuperação dependem do serviço e da conta; não são reproduzidos aqui como garantia.
Só depois dessa revisão escolha a frequência do cenário. O MakeAutomation não executou exclusões nem validou este fluxo em uma conta autenticada.