Caso de sucesso

Automação para as mudanças climáticas: como a OHoE usa o Make para acelerar a transformação industrial

A Open House of Energy usa Airtable, JotForm, Stacker e Integromat para acelerar projetos de transformação industrial na área de eficiência energética.

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Feb 10, 2021 | 4 minutes

Caso publicado pela Make em 10 de fevereiro de 2021 sobre a Open House of Energy (OHoE), empresa de Munique que acelera projetos de transformação industrial com automação. Os números e depoimentos citados correspondem àquele momento; não constituem dados vigentes hoje.

Saiba como a Open House of Energy usa Airtable, JotForm, Stacker e Integromat para acelerar a transformação industrial na área de eficiência energética. open house of energy wemakefuture article illustration Poucas iniciativas têm mais impacto do que a transformação industrial no combate às mudanças climáticas. Embora o consenso científico seja claro quanto ao papel da atividade industrial na situação atual, as menções à transformação industrial aparecem com pouca frequência na narrativa mais ampla das emergências climáticas. Neste estudo de caso, vamos contar a história da Open House of Energy, uma empresa de Munique que está acelerando projetos de transformação industrial para várias instalações com a ajuda da automação. Mas antes disso, vamos ao óbvio: o que é transformação industrial?

Transformação industrial: uma breve definição

Em sua acepção mais simples, a transformação industrial (IX) é uma abordagem que se apoia em tecnologias digitais para produzir mudanças significativas e positivas nas operações industriais. Diferentemente dos programas de melhoria contínua, a IX ocorre dentro de um prazo claramente definido, durante o qual atualizações e mudanças são implementadas para gerar resultados imediatos. Como era de se esperar, a IX exige uma coordenação quase cirúrgica de esforços, ativos e partes para implantar as mudanças necessárias. Essa também é a razão pela qual a automação dos processos relacionados à IX é vital para o seu sucesso, pois reduz custos e prazos de implementação, além da chance de erro humano. Agora, vamos ver como a Open House of Energy usa um stack de tecnologia simples para acelerar a transformação industrial na área de eficiência energética.

Dominando a arte da mudança industrial

Mudanças climáticas, crise energética, novas regulamentações e muito mais: os desafios do nosso tempo afetam muitos setores, independentemente de porte, história ou segmento. Mas onde há um problema, há também uma oportunidade para novos modelos de negócio que desenvolvem abordagens inovadoras para produzir soluções e resultados. É o caso da Open House of Energy (OHoE), uma prestadora de serviços para a indústria e o comércio que ajuda empresas a melhorar sua eficiência energética. A OHoE é especializada em empresas que precisam cumprir padrões rigorosos, mas não têm recursos para fazê-lo de maneira rápida e eficiente. Para ajudá-las a superar esse problema, a OHoE desenvolveu uma abordagem inédita para os projetos de transformação industrial relacionados à energia de seus clientes. Essa nova abordagem depende fortemente de automação e de economizar muitos recursos para todas as partes envolvidas. Agora, vamos ver como funciona.

Processos de economia de energia, impulsionados por automação

A base dos projetos de transformação industrial da OHoE é representada por dados extensos sobre as necessidades, o consumo e a eficiência energética de uma ou mais instalações industriais. Como dá para imaginar, esses dados nem sempre estão disponíveis, atualizados ou coesos. Na forma tradicional de coletá-los, especialistas internos e externos registram a situação atual das instalações industriais, com foco no uso de energia e na economia potencial. Esse processo de coleta de dados desatualizado consome tempo e pessoal. Realizar pesquisas presenciais com dezenas de funcionários, stakeholders e parceiros externos é particularmente exigente e ineficiente. A partir dessa experiência — e somada aos requisitos dos clientes industriais — a OHoE desenvolveu a ideia de produto de uma solução digital para coletar dados essenciais. O objetivo era ampliar o inventário no local e também simplificar todo o processo para ambos os lados. No entanto, as ferramentas de gestão habituais não permitiam a profundidade e a agilidade necessárias, então a escolha recaiu sobre uma solução personalizada baseada em apps amplamente disponíveis.

O caminho fácil para coletar dados de várias fontes

Software personalizado é caro, difícil de desenvolver e custoso de manter. Com isso em mente, a OHoE recorreu à Wemakefuture, uma agência de automação de processos de negócios que cria soluções personalizadas a partir de apps conhecidos. O primeiro passo foi implementar um formulário digital do JotForm que os clientes da OHoE pudessem preencher de forma independente e de qualquer lugar. Esse formulário gerou uma quantidade enorme de dados para cada empresa, o que era quase impossível de qualificar e organizar. Assim, para organizar os dados, o Airtable foi incorporado. O Airtable fica em segundo plano como um banco de dados automatizado que coleta todos os registros dos formulários e os atribui corretamente. Para visualizar os dados resultantes, foi escolhida uma interface de usuário personalizável baseada no Airtable: o Stacker. O Stacker permite que os clientes acessem e visualizem seus próprios dados de qualquer lugar, garantindo a transparência do processo. JotForm, Airtable e Stacker estabeleceram a base para a automação bem-sucedida das pesquisas. Os dados das pesquisas resultantes são então corretamente atribuídos e qualificados no Airtable e, dependendo das respostas, os clientes da OHoE recebem uma pontuação, após a qual é emitido outro questionário, mais abrangente. Vários e-mails automatizados também são enviados com base nessa pontuação. No centro de todo o processo automatizado está o Make. A plataforma de automação é a solução ideal para conectar JotForm, Airtable e Stacker; sem ela, uma quantidade imensa de trabalho manual ainda seria necessária para simplificar de forma eficaz o esforço de coleta de dados. Agora, o que acontece depois que os dados são coletados e qualificados? A estrutura modular da automação da OHoE cria uma solução sustentável e preparada para o futuro, que pode ser gradualmente expandida com novas adições. Se os clientes atingirem uma pontuação definida no 1º e no 2º questionários, as sugestões individuais para melhorar a eficiência energética são apresentadas no Stacker. Por sua vez, essas sugestões são avaliadas pelos clientes de acordo com sua viabilidade e eficiência, a fim de encontrar uma solução ideal em conjunto.

Perder tempo é desperdiçar energia

Ao substituir um processo de consultoria intensivo em pessoal por uma solução digital e independente de localização, a equipe, os especialistas e os parceiros da OHoE economizaram uma quantidade enorme de tempo. Além disso, eles resolveram um problema importante do lado do cliente: com mais tempo sobrando para identificar problemas e entregar as respostas, os projetos de transformação industrial se tornaram mais viáveis. Quando você reduz a pressão e os recursos envolvidos na entrega de soluções potenciais, elas surgem. Para a Open House of Energy, a automação se traduziu em resultados rápidos e valiosos. Além disso, a modularidade e a natureza iterativa de seu stack automatizado permitiram novos desenvolvimentos e aplicações para atender a outras necessidades. Um projeto iterativo como esse torna possível introduzir a equipe aos novos processos e soluções e garantir sua implementação bem-sucedida no dia a dia. Consequentemente, o esforço de treinamento e retreinamento é significativamente menor do que em projetos comparáveis. A OHoE vê esse potencial como um ganho fundamental: Crédito da imagem: Wemakefuture A principal lição na abordagem de automação da OHoE é pensar em produtos digitais simples e flexíveis para soluções escaláveis e de longo prazo. E é exatamente isso que o Make permite.